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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Dia Internacional do Livro Infantil - Costa


Dia Internacional do Livro Infantil

No dia 2 de abril, na escola da Costa, comemorou-se o Dia Internacional do Livro Infantil com a apresentação do livro “ O Principezinho e o Planeta do Queijo”.

Este livro foi escrito, ilustrado e apresentado pelos alunos do 1º ano, com a colaboração da professora titular, Ana Mafalda Fernandes.

Na biblioteca da escola, os alunos leram para todos os colegas esta deliciosa história, passada no Planeta do Queijo, que fala da amizade entre um gato e um rato, mediada pelo Principezinho que estava de visita ao Planeta. No final ofereceram bocadinhos de queijo a todos os que assistiram à apresentação.







terça-feira, 2 de abril de 2019

Dia Internacional do Livro Infantil

(...) No Dia Internacional do Livro Infantil, o meu maior desejo é que existam livros interessantes para os leitores e leitores interessantes para os livros.

Kestutis Kasparavicius (Lituânia)







segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Internacional do Livro Infantil


"Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma."
Francisco Hinojosa

(para ler toda a mensagem de Francisco Hinojosa clique aqui)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de Abril


Aqui ficam os dois cartazes oficiais comemorativos deste dia tão especial para o nosso público mais pequeno. O cartaz publicado pela DGLB é da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração. O cartaz do IBBY é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg.




A mensagem pertence a Aino Pervik e foi traduzida por José António Gomes "O livro recorda".


O LIVRO RECORDA*



“Quando Arno e o seu pai chegaram à escola, as aulas já tinham começado.”



No meu país, a Estónia, quase toda a gente conhece esta frase de cor. É a primeira linha de um livro intitulado Primavera. Publicado em 1912, é da autoria do escritor estónio Oskar Luts (1887-1953).

Primavera narra a vida de crianças que frequentavam uma escola rural na Estónia, em finais do século xix. O Autor escrevia sobre a sua própria infância e Arno, na verdade, era o próprio Oskar Luts na sua meninice.

Os investigadores estudam documentos antigos e, com base neles, escrevem livros de História. Os livros de História relatam eventos que aconteceram, mas é claro que esses livros nunca contam como eram de facto as vidas das pessoas comuns em certa época.

Os livros de histórias, por seu lado, recordam coisas que não é possível encontrar nos velhos documentos. Podem contar-nos, por exemplo, o que é que um rapaz como Arno pensava quando foi para a escola há cem anos, ou quais os sonhos das crianças dessa época, que medos tinham e o que as fazia felizes. O livro também recorda os pais dessas crianças, como queriam ser e que futuro desejavam para os seus filhos.

Claro que hoje podemos escrever livros sobre os velhos tempos, e esses livros são, muitas vezes, apaixonantes. Mas um escritor actual não pode realmente conhecer os sabores e os cheiros, os medos e as alegrias de um passado distante. O escritor de hoje já sabe o que aconteceu depois e o que o futuro reservava à gente de então.

O livro recorda o tempo em que foi escrito.

A partir dos livros de Charles Dickens, ficamos a saber como era realmente a vida de um rapazinho nas ruas de Londres, em meados do século xix, no tempo de Oliver Twist. Através dos olhos de David Copperfield (coincidentes com o olhar de Dickens nessa época), vemos todo o tipo de personagens que ao tempo viviam na Inglaterra — que relações tinham, e como os seus pensamentos e sentimentos influenciaram tais relações. Porque David Copperfield era de facto, em muitos aspectos, o próprio Charles Dickens; Dickens não precisava de inventar nada, ele pura e simplesmente conhecia aquilo que contava.

São os livros que nos permitem saber o que realmente sentiam Tom Sawyer, Huckleberry Finn e o seu amigo Jim nas viagens pelo Mississippi em finais do século xix, quando Mark Twain escreveu as suas aventuras. Ele conhecia profundamente o que as pessoas do seu tempo pensavam sobre as demais, porque ele próprio vivia entre elas. Era uma delas.

Nas obras literárias, os relatos mais verosímeis sobre gente do passado são os que foram escritos à época em que essa mesma gente vivia.


O livro recorda.

sábado, 27 de março de 2010

Mensagem da IBBY no Dia Internacional do Livro Infantil


Um livro espera-te. Procura-o.

Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.

Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou (...)

Eliacer Cansino

sexta-feira, 26 de março de 2010