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segunda-feira, 30 de março de 2020

domingo, 29 de março de 2020

É um livro!


É uma história divertida e irónica, sobre os prós e os contras de dois tipos de tecnologias - quase duas formas diferentes de ver o mundo - contada através da interação de duas personagens inesquecíveis.


quinta-feira, 26 de março de 2020

terça-feira, 24 de março de 2020

"Papá, por favor apanha-me a Lua"

Mais uma história para os mais pequeninos - "Papá, por favor apanha-me a Lua" de Eric Carle.


terça-feira, 30 de abril de 2013

Mercado Azul

No dia 24 de abril, a escola recebeu a visita de uma contadora de histórias. A Florbela, que veio de Guimarães (da Mercado Azul), contou e encantou os meninos da pré e do 1º ciclo com as suas histórias do "Sítio do picapau amarelo" salpicadas com uma pitada de "Aladino".










terça-feira, 15 de novembro de 2011

IACI e a boneca

No projeto “Povos do mundo” a educadora Amélia e os seus meninos trabalharam o conto popular brasileiro.

IACI E a boneca

Conto popular brasileiro

Iaci vivia com os pais numa povoação chamada Cachimbo, no interior da grande selva brasileira.

Iaci tinha uma boneca que não era como as outras; era uma boneca feita pelas suas próprias mãos. Pegara numa maçaroca de milho e com as folhas amarelecidas fizeram-lhe um vestido. Depois olhou para a sua boneca e chamou-lhe Curumin.

Iaci gostava tanto da boneca que a não abandonava um só momento.

Iaci lavava a boneca ajeitava-lhe o vestido, deitava-a na cama e abraçava-a muito.

A mãe chamava a menina para que a ajudasse a limpar e a arrumar a casa:

- Iaci! Iaci! Vem ajudar-me a arranjar a casa!

Mas Iaci estava tão entretida a brincar com a boneca que não escutava a mãe.

Um dia, depois de muito chamar, a mãe de Iaci aborreceu-se e disse-lhe:

- Se continuas a não ouvir o que te digo, ainda acabo por te tirar essa boneca!

A mãe só queria que a menina prestasse mais atenção ao seu chamamento, mas Iaci assustou-se e resolveu esconder Curumin.

Com a boneca bem apertada nos braços, Iaci foi até à margem do rio onde costumava dar-lhe banho todos os dias.

Ali encontrou a sua amiga tartaruga que lhe perguntou:

- Que procuras por aqui, Iaci?

- Procuro um sítio para esconder a minha boneca.

- Isso é fácil- disse a tartaruga.

- Vê como eu faço: escavo um buraco na areia e aí escondo os meus ovos.

Com as suas mãozinhas Iaci abriu uma cova como vira fazer à sua amiga tartaruga; e deixou a boneca na areia quente.

A areia cobria agora Curumin como um manto.

A menina disfarçou a cova cobrindo-a de folhas.

- Não te preocupes – disse a tartaruga.

- Enquanto vigio os meus ovos, olho pela tua boneca.

Então Iaci regressou a casa.
Depois vieram as grandes chuvas. Chovia sem parar. Passou muito tempo até que Iaci pudesse ir buscar a sua boneca.

Até que um dia Iaci pôde finalmente ir buscar Curumin. Mas tinha chovido tanto e o rio levava tanta água que a margem não parecia a mesma.

Iaci não conseguia reconhecer o sítio onde deixara a boneca. Procurou então a tartaruga e encontrou-a rodeada de tartaruguinhas. Então as duas foram até ao local onde Iaci escondera a boneca; mas ali só viram duas folhitas que se erguiam do solo como se fossem duas mãozinhas verdes. Iaci ajoelhou-se no chão para ver melhor. Estava quase a chorar, mas a tartaruga disse-lhe:

- Não chores, Iaci. Estas folhas são a tua Curumin. Elas vão crescer e tornar-se uma planta grande e alta. Depois nascerão muitas maçarocas de milho. Vem busca-las no verão. Encontrarás aqui a tua boneca.

Chegou o verão e Iaci voltou à margem do rio.

Ali, onde escondera a sua Curumin, encontrou uma bela planta com muitas maçarocas de milho. Agarrou uma, vestiu-a com folhas, e assim fez uma boneca que era igual à sua Curumin.

Com as outras maçarocas a mãe da Iaci fez muitos bolinhos de milho.

Pré- Escolar: Prof.ª Amélia

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Maria e a Floresta


Ainda dentro da temática da Floresta e do Dia da Árvore a Educadora Amélia deixa aqui um texto original "Maria e a Floresta" e o registo da árvore feita com os meninos do pré-escolar.


Maria e a Floresta

Estamos no Verão, Maria anda triste e assustada. O pai é bombeiro e todos os dias, sai de casa a correr, para apagar mais um incêndio.

Um dia no seu quarto, Maria pensa…

-Como, posso ajudar o meu pai? E a Floresta? Aos poucos desaparece!...

Maria, tinha uns amigos especiais. Todos os dias falava com eles, ora com uns, ora com outros. Resolveu falar primeiro com o Capuchinho Vermelho.

-Sabes Capuchinho, a tua floresta está a arder.

-A minha floresta? Aquela onde gosto de brincar, de falar com os animais? De colher flores?

-Sim, essa mesma - respondeu a Maria. A Floresta de todas as histórias encantadas.

Então, a Maria e o Capuchinho Vermelho foram falar com os Três Porquinhos. Estes ainda andavam assustados com o ataque do lobo. Mas ao ouvirem o que se passava na floresta, resolveram todos esperar por ele e contar-lhe tudo.

No dia seguinte, quando o sol estava a acordar, o lobo apareceu no prado. Lá estavam, a Maria, o Capuchinho Vermelho e os Três Porquinhos.

-Mas, o que é isto? Tanta gente à minha espera?!... Quem é esta menina? Não conheço.

Maria, contou tudo ao lobo e pediu-lhe

-Por favor, ajuda-nos.

Ora o lobo, que gostava tanto de assustar, tinha uma boa ocasião para o fazer. Sim, porque era preciso assustar os homens, que incendeiam a floresta.

Mas para acabar de vez com os incêndios era preciso, que todos, todos ajudassem, não só eles como todas as personagens dos livros, que Maria conhecia.

Fizeram uma reunião, onde resolveram as atitudes a tomar.

Os Três Porquinhos, Hansel, Gretel, Polegadazinha, o Polergarzito e seus irmãos e os Sete Anões, iam limpar a floresta de todo o lixo que encontrassem.

A Bruxa Má, o Lobo e o Gigante iam vigiar e assustar os homens, que fossem para a floresta com fósforos.

As Fadas Azul, Amarela e Cor de Rosa, já não precisavam de proteger a Bela Adormecida, porque já tinha acordado, então iam voar sobre a Floresta e com os seus pozinhos de pirlimpimpim , iam proteger todas as árvores.

Branca de Neve, Cinderela e a Bela Adormecida, como eram rainhas, mandaram limpar as margens do rio encantado, que passava no meio da floresta. No rio, até já se podia ver outra vez os salmões e as trutas a saltarem de contentes. Já há muito, que não tinham uma água tão limpa e brilhante.

Capuchinho Vermelho, os caçadores, João Sem Medo, Rapunzel e todos os príncipes e princesas foram, para a floresta plantar mais árvores, muitas, muitas árvores. Estas cresciam, cresciam, como nunca se tinha visto, pois estavam protegidas pelas fadas madrinhas .

Esta notícia começou a ser espalhada por todo o mundo. Os meninos liam as histórias e no final, todos recebiam, este segredo encantado. Falavam com os seus pais e seus governantes e todos, todos começaram a cuidar mais da sua Floresta e Rios.

Maria, nunca passou um Verão tão alegre e agradável, é que o seu pai, em vez de apagar incêndios, levava a Maria e os seus amigos a passear pela Floresta Encantada, onde faziam piqueniques junto do rio. No final, todos se divertiam a deixar tudo, mas tudo bem limpo…

Maria Amélia Claro Costa Pedroso

21/3/2011

domingo, 1 de novembro de 2009

"A ovelhinha que veio para o jantar"


Para os mais pequeninos uma sugestão da Professora Bibliotecária do Agrupamento de Escolas de Vila Boim, Teresa Guerreiro.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

No Tapete Mágico



Mais uma vez, a prof. Luísa Leite recebeu os "pequeninos" do jardim para uma Hora do Conto - Tapete Mágico.
A história contada foi "O pirilampo mágico" de Maria João Carvalho e ilustrações Raquel Pinheiro.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

No Tapete Mágico




"No Tapete Mágico", a nossa Hora do Conto, está há muitos anos a cargo da prof. Luísa Leite. Hoje recebemos os "pequeninos" do jardim. Vejam só a atenção quando a prof. lhes estava a contar a história "O gato Gatão - poeta de profissão" de Graça Breia, com ilustrações de Raquel Pinheiro.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Dia da Alimentação


O próximo dia 16 de Outubro é o "Dia Mundial da Alimentação".

Partindo da ideia publicada pelo colega Carlos A. Silva no blog "A Vida Secreta dos Livros" aqui fica uma sugestão para os colegas do pré-escolar e do 1º ciclo trabalharem com os seus alunos.

O livro é "A Sopa Verde", com textos e ilustrações de Chico e edição da Ambar.





Ai, Ai, Ai...
Quis para mim esta manhã
O meu malfadado destino,
Que Dr. Leitão, meu pediatra,
Me achasse assim franzino.

Eu nem queria acreditar,
Estava tudo a correr mal:
"Todos os dias uma sopa
Com uma pitada de sal".

Voltei triste e amuado
E não queiram nem saber...
Logo ao chegar a casa,
Vi sopa verde a ferver.

Que enganados estão.
Na minha boca não a hão-de pôr!
Hei-de pular e guinchar e estrebuchar,
E nunca comer caldo de tal cor.

Quero sopa de laranja,
Que é muito mais saborosa
Do que batata, cenoura ou nabo.
Que mixórdia tão duvidosa...



O meu pai, passado tempo
Finalmente disse que sim.
Lavou as laranjas, contrariado,
E cozinhou-as para mim.

Estava pronta a minha sopa
Cor-de-laranja, naturalmente!
Que ideia tão apetecível
Eu tive assim de repente!

PUÁÀÀÀÀÀ!!!
Que sabor tão esquisito!
Não quero mais, deita fora
Se me deres outra vez... grito!

Quero sopa de morango!
Que sou de gosto nobre.
Não como cebola, couve ou alho,
Nem coisas de sabor pobre.

O meu pai, passado tempo
Finalmente disse que sim.
Lavou os morangos, irritado,
E cozinhou-os só para mim.

Estava pronta a minha sopa,
De um vermelho transparente.
Desta vez acertei!
Estou a ficar experiente!

AAAAAAAAGH!!!
Que sabor horroroso!
Pára, não quero mais.
Tenho de ser mais cuidadoso...

Quero sopa de chocolate,
Não há nada que eu mais goste!
Qual alho-francês, qual fava,
Não desejo a ninguém tal sorte...

O meu pai, passado tempo
Finalmente disse que sim.
Lavou o chocolate, irritado,
E cozinhou-o só para mim.

Estava pronta a minha sopa
Castanha e apetitosa!
Comer assim não custa nada,
Sopa tem de ser saborosa!

CUIIIIIIIIIIIM!!!
Que horror, até me falta o ar!
Esta sopa é a pior de todas
Mas a próxima vou acertar...




"Chega, estou farto!" - disse o meu pai.
"Não há pachorra para tantas asneiras.
Faço-te sopa de hortaliça,
Queiras ou não queiras!"

O meu pai lavou a couve, a cenoura e o nabo,
E como se isso não bastasse,
Juntou grão de bico, cebola,
E até alho e espinafre...

Estava pronta a sopa verde
Toda verde, que triste fim!
Como se pode gostar de sopa,
Com tanta coisa ruim?

HUUUUUUMMMMMMM!!!