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quinta-feira, 25 de março de 2010

EMRC - Dia da Poesia


O prof. Duarte Almeida e os seus alunos levaram a cabo um pequeno recital de poesia na biblioteca, integrado na Semana de Educação Moral e Religiosa Católica.

domingo, 21 de março de 2010

Dia da Poesia


Florbela Espanca escreveu este magnífico "Ser poeta" que Luís Represas canta tão bem!

Dias Mundiais da Floresta e da Poesia


A Árvore Generosa foi escrita por Shell Silverstein, em 1964. É um belo poema de amor da natureza pelo homem. (sugestão da Biblioteca da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes - Olhão).

Dia Mundial da Poesia


Ver claro

Toda a poesia é luminosa, até
a mais obscura.
O leitor é que tem às vezes,
em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
E o nevoeiro nunca deixa ver claro.
Se regressar outra vez e outra vez
e outra vez.
a essas sílabas acesas
ficará cego de tanta claridade.
Abençoado seja se lá chegar.

Eugénio de Andrade

sábado, 20 de março de 2010

Pedro Abrunhosa - Pontes entre nós


Um poema bonito, para desfrutar das imagens e da música...

Dias Mundiais da Floresta e da Poesia


Árvore

Árvore, árvore. Um dia serei árvore.
Com a maternal cumplicidade do Verão.
Que os pombos torcazes
Anunciam.

Um dia abandonarei as mãos
Ao barro ainda quente do silêncio,
Subirei pelo céu,
As árvores são consentidas coisas assim.

Habitarei então o olhar nu,
Fatigado do corpo, esse deserto
repetido nas águas, enquanto a bruma é sobre as
folhas

Que pousa as mãos molhadas.
E o lume.

Eugénio de Andrade

Dia Mundial da Poesia




Pelo terceiro ano consecutivo e numa iniciativa conjunta do PNL e do Centro Cultural de Belém se comemora, no dia 21 de Março, o Dia Mundial da Poesia.
Este ano, a Maratona da Leitura é dedicada a Álvaro de Campos cujos poemas serão ditos por diferentes personalidades que vão desde a Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, a Fernando Pinto do Amaral, Comissário do PNL, Isabel Alçada, Ministra da Educação entre outros.
O vasto programa inclui uma Feira do livro de Poesia, um espaço para os espontâneos "Diga lá um poema", oficinas e actividades várias.
Para os "amantes" da poesia de Álvaro de Campos aqui fica só um "cheirinho" do poema "Tabacaria".

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. (...)