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terça-feira, 7 de junho de 2016

Vamos contar um segredo

Trabalho dos alunos da EB da Costa.


pt.calameo.com
Obra recomendada pelas Metas Curriculares de Português para o 1.º ano de escolaridade.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

História de um segredo - 2º / 4º ano da EBI

História de um Segredo

de

João Paulo Cotrim

Para a leitura desta obra, os alunos da turma do 2º e 4º anos realizaram várias actividades, distribuídas por vários dias. Iniciou-se com uma actividade de pré-leitura. Nesta fase, os alunos foram confrontados com as questões: O que é um segredo? A quem se conta um segredo? Por que o fazemos? Que postura devemos tomar quando alguém nos conta um segredo? Também foi pedido que reflectissem sobre a ilustração da capa – uma caixa com fechadura – e o título da obra. Após o debate, foi iniciada a leitura orientada da obra. Como actividade de pós-leitura, foi proposto aos alunos decorarem uma caixa, na qual deveriam colocar uma folha contendo o segredo que cada um imaginou como fim alternativo à obra. Por fim, cada aluno mostrou a sua caixinha e leu o seu segredo imaginado. E, afinal, qual é o Segredo? Schiuuuu! Os segredos não se contam!...


segunda-feira, 2 de agosto de 2010

terça-feira, 22 de junho de 2010

Era uma vez... na Idade Média


Os alunos dos 1º e do 3º anos da prof. Mafalda terminaram o ano lectivo, realizando desenhos subordinados ao tema "Era uma vez ... na Idade Média".

sábado, 19 de junho de 2010

A caixinha valiosa

Os alunos do Jardim de Infância da educadora Libânia, da EB1 Aldeia da Monte realizaram um trabalho de expressão plástica e posterormente uma história subordinada ao tema "Um dia... na Idade Média".

"A caixinha valiosa"

Era uma vez um rei e uma rainha que viviam num castelo distante. O rei chamava-se João e a rainha Joana.
Tinham dois filhos. O príncipe Paulo e a princesa Rita.
O castelo era de pedra, tinha muitas escadas e um caminho feito de areia. Lá no alto tinha a bandeira de Portugal. À volta do castelo tinha um grande e belo jardim, onde existia uma árvore grande com uma maça sagrada.
Tinha também outras árvores com frutos, com flores e botões misteriosos.
No meio do jardim existia uma gruta onde vivia uma bruxa que queria a maça sagrada.
O jardim do castelo estava sempre vigiado pelo exército do rei e pelo dragão.
Um dia a bruxa que vivia na grande gruta resolveu fazer um assalto ao castelo para roubar os diamantes, as pérolas, os fios, pulseiras com corações, brincos, anéis e moedas de ouro que a princesa guardava na sua caixinha preta, que os seus pais lhe tinha dado no dia do seu aniversário.
Para isso usou os poderes da sua vassoura mágica e transformou os soldados em estátuas.
Agarrou na caixinha e num abrir e fechar de olhos foi esconde-la na árvore dos botões misteriosos.
Quando a princesa Rita reparou que já não tinha a sua caixinha de diamantes, começou a chorar muito e correu aflita para junto do pai e da mãe.
O rei chamou rapidamente a fada madrinha para lançar uns poderes mágicos aos soldados e assim os transformou novamente em pessoas.
Os soldados, montados nos dragões, partem todos para procurar a caixinha da princesa.
Depois de tentar procurar, conseguiram finalmente descobrir. A bruxa estava na gruta a dormir agarrada à caixa. Os soldados com muito cuidado trocaram a caixinha colocando pedras na caixa falsa.
Entretanto a bruxa acordou e apercebeu-se da troca. Ficou furiosa e teve um ataque de raiva começando a deitar palavras feias: raios, malditos, cobras, lagartos, aranhas e morcegos: enganaram-me - disse ela.
pegou na caixa e atirou-a para o lago verde que existia na gruta e esta explodiu.
Ouviu-se um barulho estrondoso.
Os soldados foram imediatamente chamar o rei. Este foi até à gruta tentar falar com a bruxa.
Depois de muito conversar acabaram por discutir e o rei muito zangado empurrou a bruxa para trás. Ela tropeçou e caiu no lago da água verde e rebentou.
A partir daquele momento os reis, os príncipes e os soldados viveram tranquilos e sossegados. A paz voltou a reinar.