Um livro... uma declaração sublime aos livros.
Um livro... uma declaração sublime aos livros.
Animação: O piano/ The Piano – Aidan Gibbons (2005)
Composição: Stephen Jones
Comovente curta-metragem, animação do irlandês Aidan Gibbons realizado durante o seu segundo ano de licenciatura em animação na Universidade de Hertfordshire (Reino Unido). A curta foi indicada para a Melhor Animação do Festival de Animação de Bradford, em 2005, e ganhou o prémio do público no “The University Hertfordshire Film Day” no mesmo ano.
Faz uma reflexão sobre o poder da música e como uma melodia minimalista pode-nos fazer recordar momentos efémeros de uma vida toda.
Um drama saudosista, The Piano (O Piano) conta a história de amor, tristeza, saudades, arrependimento e outros sentimentos tão comuns no decorrer da nossa vida.
Esta é uma história interessante, que nos permite explorar a temática do inverno, o revestimento dos diferentes animais, assim como o tipo de roupa mais apropriada a esta estação do ano. Uma história que nos fala também de algo tão importante como a entreajuda e o valor e a importância da amizade.
No final as crianças do Pré-Escolar fizeram o registo da história.
A biblioteca vai comemorar para a semana 25 anos. Este ano fizemos uma atividade muito simples atendendo ao momento que se vive: Uma galeria de leitores perigosos a que demos o nome de "Procura-se. Perigoso! Está a ler!!!".
Um livro uno e múltiplo
Hora do Conto: “A menina dos fósforos”
Estamos de regresso às aulas e à hora do conto, com a história “A menina dos fósforos".
O dia de Reis é uma tradição apreciada por muitos. Nem o frio desta época consegue dissuadir os cantores dos Reis que participam nesta comemoração com tanta alegria! Existem várias cantigas alusivas a este dia, as quais são cantadas por grupos a quem se abre a porta casas, confraternizando com o grupo, comendo e bebendo do que há.
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
Fonte:
https://www.luso-poemas.net
(adaptado)
Um livro... para começar 2021!
“É verão. Os pais foram de férias. Os amigos também.
A namorada pediu-lhe um tempo.
Miguel tem a casa só para si. Vê televisão, joga computador, lê o livro de código. O mundo parece suspenso no meio do calor.
“Tudo o que quero é que nada aconteça. Que tudo permaneça como está. O planeta muito quieto. Com a sua lei da gravidade, as suas regras de trânsito.”
Onde irá dar este desvio?“