BLOGUE DAS BIBLIOTECAS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO MARTINHO (SANTO TIRSO)

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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Concurso Cherub

Realizou-se na passada 6ª feira (18 de novembro) o Concurso Cherub, com a participação dos alunos do 9º ano, promovido pela Porto Editora.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

IACI e a boneca

No projeto “Povos do mundo” a educadora Amélia e os seus meninos trabalharam o conto popular brasileiro.

IACI E a boneca

Conto popular brasileiro

Iaci vivia com os pais numa povoação chamada Cachimbo, no interior da grande selva brasileira.

Iaci tinha uma boneca que não era como as outras; era uma boneca feita pelas suas próprias mãos. Pegara numa maçaroca de milho e com as folhas amarelecidas fizeram-lhe um vestido. Depois olhou para a sua boneca e chamou-lhe Curumin.

Iaci gostava tanto da boneca que a não abandonava um só momento.

Iaci lavava a boneca ajeitava-lhe o vestido, deitava-a na cama e abraçava-a muito.

A mãe chamava a menina para que a ajudasse a limpar e a arrumar a casa:

- Iaci! Iaci! Vem ajudar-me a arranjar a casa!

Mas Iaci estava tão entretida a brincar com a boneca que não escutava a mãe.

Um dia, depois de muito chamar, a mãe de Iaci aborreceu-se e disse-lhe:

- Se continuas a não ouvir o que te digo, ainda acabo por te tirar essa boneca!

A mãe só queria que a menina prestasse mais atenção ao seu chamamento, mas Iaci assustou-se e resolveu esconder Curumin.

Com a boneca bem apertada nos braços, Iaci foi até à margem do rio onde costumava dar-lhe banho todos os dias.

Ali encontrou a sua amiga tartaruga que lhe perguntou:

- Que procuras por aqui, Iaci?

- Procuro um sítio para esconder a minha boneca.

- Isso é fácil- disse a tartaruga.

- Vê como eu faço: escavo um buraco na areia e aí escondo os meus ovos.

Com as suas mãozinhas Iaci abriu uma cova como vira fazer à sua amiga tartaruga; e deixou a boneca na areia quente.

A areia cobria agora Curumin como um manto.

A menina disfarçou a cova cobrindo-a de folhas.

- Não te preocupes – disse a tartaruga.

- Enquanto vigio os meus ovos, olho pela tua boneca.

Então Iaci regressou a casa.
Depois vieram as grandes chuvas. Chovia sem parar. Passou muito tempo até que Iaci pudesse ir buscar a sua boneca.

Até que um dia Iaci pôde finalmente ir buscar Curumin. Mas tinha chovido tanto e o rio levava tanta água que a margem não parecia a mesma.

Iaci não conseguia reconhecer o sítio onde deixara a boneca. Procurou então a tartaruga e encontrou-a rodeada de tartaruguinhas. Então as duas foram até ao local onde Iaci escondera a boneca; mas ali só viram duas folhitas que se erguiam do solo como se fossem duas mãozinhas verdes. Iaci ajoelhou-se no chão para ver melhor. Estava quase a chorar, mas a tartaruga disse-lhe:

- Não chores, Iaci. Estas folhas são a tua Curumin. Elas vão crescer e tornar-se uma planta grande e alta. Depois nascerão muitas maçarocas de milho. Vem busca-las no verão. Encontrarás aqui a tua boneca.

Chegou o verão e Iaci voltou à margem do rio.

Ali, onde escondera a sua Curumin, encontrou uma bela planta com muitas maçarocas de milho. Agarrou uma, vestiu-a com folhas, e assim fez uma boneca que era igual à sua Curumin.

Com as outras maçarocas a mãe da Iaci fez muitos bolinhos de milho.

Pré- Escolar: Prof.ª Amélia

domingo, 6 de novembro de 2011

Livro do mês de Novembro


A Casa da Noite aguarda-te. Num mundo igual ao nosso mas onde os vampiros não só existem como são tolerados, esta é a escola de referência. Um local cheio de perigos e segredos onde os jovens marcados têm dois destinos: ou se transformam em vampiros ou morrem destroçados.
Zoey Redbird, vampira destinada a ser Alta Sacerdotisa, perdeu o seu caminho. Os imensos poderes que detém foram insuficientes para salvar uma das pessoas mais próximas de si, despedaçando a sua alma e coração. Agora o seu grupo de amigos tem de lutar para que ela regresse e ponha um fim às trevas que se apoderam da Casa da Noite.
Mas o mal tem os seus próprios planos e estes não esperam por Zoey. Os vampiros enfrentam a maior ameaça de sempre e precisam de toda a força da jovem para lidar com problemas muito para além de novas raças de vampiros, imortais caídos em desgraça ou namorados. A escuridão apodera-se do mundo e apenas Zoey poderá lutar por um caminho ao encontro da luz… se não se queimar…

Leitor do mês - Outubro




A leitora do mês foi a Bruna Alves do 5º B. Vejam as suas preferências.


  • "Pequeno livro da desmatemática" de Manuel António Pina
    "A pequena sereia"
    "Mimi de patins" de Laura Owen

  • "Um susto de colaboradora" de Geronimo Stilton
    "Sorri, Mimi" de Laura Owen
    "Alladin

Top Livros - Outubro


Os nossos leitores escolherem como livro mais lido no mês de Outubro "A maratona mais louca do mundo" de Geronimo Stilton que é já um rosto conhecido entre a pequenada desde que começou a contar as suas aventuras mais deliciosas que um queijo da serra e a surpreender os leitores com peripécias divertidas, bem humoradas e criativas.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

El-Rei Comilão

Os alunos da Escola Ferrer Correia assistiram no dia 24 de Outubro, para comemorar o Dia da Biblioteca Escolar, a um filme em que a história foi escrita pela professora bibliotecária Milu Loureiro, os alunos do 5º ano ilustrarm e os alunos de 6º ano, em EVT, fizeram a animação. Vejam que delícia.





terça-feira, 25 de outubro de 2011

Dia da Biblioteca Escolar



Leitura dos mais velhos aos mais novos

As meninas do 8º B que fazem parte da equipa da biblioteca foram contar histórias aos mais novos e os contemplados foram os mais pequenos do pré-escolar. Aqui ficam algumas fotografias desta atividade, integrada no Mês Internacional da Biblioteca Escolar.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

... a maravilha que deve ser escrever um livro...


A maravilha que deve ser escrever um livro



(...) a maravilha que deve ser escrever um livro: a invenção dentro da memória; a memória dentro da invenção; e toda esta cavalgada de uma grande fuga, todo esse prodígio de umas poligâmicas núpcias, secretas e arrebatadas com a feminina multidão das palavras: as que se entregam, as que se esquivam; as que é preciso perseguir, seduzir, ludibriar; as que por fim se deixam capturar, palpar, despir, penetrar e sorver, assim proporcionado, antes de se evaporarem, as horas supremas de um amor feliz. Não há matéria mais carnalmente incorpórea; nem outra mais disposta a por amor ser fecundada.


Como se pode interpretar de outro modo esse velho lugar-comum de ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro? Só se em todos os casos se tratar de grandes e inevitáveis actos de amor: com a Mulher, com a Terra, com a Língua. Mas de plantar árvores e ter filhos haverá sempre muita gente que se encarregue. De destruir árvores também; de estragar filhos igualmente. Em compensação, um livro um livro que viva, multiplicado, durante alguns anos ou alguns séculos, e que depois vá morrendo, sem ninguém dar por isso, mas nunca de uma só vez, até ser enterrado na maior discrição ou até se ver de súbito renascido, inesperadamente ressuscitado, um livro com semelhante destino - luminoso por mais obscuro, por mais luminoso - isto é que foi sempre o que me empolgou.



David Mourão-Ferreira, in "Um Amor Feliz"

domingo, 25 de setembro de 2011


Porque a biblioteca…

faz leitores críticos e autónomos, estimula a curiosidade, a imaginação e a partilha ...
ela é o lugar mais fantástico do mundo!

Acredito que a biblioteca escolar desempenha uma função indispensável na aprendizagem, nas atividades desenvolvidas nas várias disciplinas, nos projetos de natureza interdisciplinar ou transdisciplinar e ainda na ocupação dos tempos livres.

A todos os que trabalham, colaboram e usam as bibliotecas escolares desejo um bom ano letivo 2011/12.


Teresa Calçada

Coordenadora Nacional da Rede Bibliotecas Escolares

sábado, 17 de setembro de 2011

IV Colóquio Communicare et Educare

O Agrupamento começou as actividades, como já vem sendo hábito, com o Colóquio "Communicare et Educare" que já vai na sua 4ª edição, no dia 6 de setembro. Este ano tivemos um convidado de honra para abrir o colóquio, o jornalista da RTP Hélder Silva, que proferiu a palestra "A televisão, a escola e as famílias".


Ficam aqui algumas imagens deste dia e também da inauguração da exposição "O centenário da Constituição de 1911". Há ainda a referir que durante o colóquio foi feita a entrega dos diplomas aos melhores alunos de 2011 e dos certificados do Curso de Educação e Formação.