BLOGUE DAS BIBLIOTECAS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO MARTINHO (SANTO TIRSO)

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sábado, 6 de novembro de 2021

Hora do Conto - "João e Maria"

 

PNL2027 - Destaques: Ler Ciência




 

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Hora do Conto

Mala de histórias


Novembro. As histórias tradicionais não terminaram, pois tenho uma lista de pedidos que pretendo satisfazer. A hora do conto continuará ao longo do ano e agora levarei comigo uma mala muito especial. Inspirada nas “Malas que contam histórias”, de Joana Cavalcanti, fiz um pedido especial ao professor e querido amigo Carlos Pereira: uma mala para a Hora do Conto. Foi-lhe entregue uma pasta para reutilizar, das que guardam manuais pedagógicos, e ficamos a aguardar. Como sempre a expectativa é grande, pois o professor Carlos é muitíssimo criativo e perfecionista. E, como no conto do Patinho Feio, a vulgar mala dos manuais deu lugar a uma lindíssima mala. Ficamos maravilhadas com o resultado.

E, para que servirá a mala? 

Com esta mala pretendo colocar adereços relacionados com os contos. Dar a conhecer às crianças os elementos mais marcantes das histórias: uma maçã, um espelho, um relógio, uma cesta, um livro... 

O click de abrir a mala consiste na entrada do mundo da fantasia. Ao retirar de dentro um objeto, pretendo aguçar a curiosidade e o imaginário: uma cauda felpuda, de quem será? Que conto sairá da mala? 

Estão a imaginar os olhinhos dos pequeninos a quererem ver o que vou tirar de dentro da mala? Eu estou e, estou muito entusiasmada. Espero motivar os mais pequeninos para a leitura e para o mundo fabuloso do Era uma vez. 

Em nome da equipa da Biblioteca, agradeço, com muita gratidão e carinho, ao professor Carlos por tornar ainda mais mágico a Hora do Conto,

Ana Mafalda



Hora do Conto - "Rapunzel"

 

Biblio Tubers - "Aprender. Por quê, para quê e como?"


A aprendizagem está na ordem do dia.

Fala-se de recuperação das aprendizagens, apresentam-se planos de nível macro e pede-se às escolas que criem os seus projetos, a partir de algumas "receitas" que pouco trazem de significativo.

E traz-se para a mesa a autonomia, a qual as escolas têm alguma dificuldade em abraçar, face à necessidade de responder a imperativos legais. Pede-se-lhes que alterem formas de planificar, de integrar o digital em contexto escolar, de mudar critérios e práticas de avaliação.

E como têm os professores tempo para tudo isto, sem perder o foco no que interessa? A aprendizagem?

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Concurso de Marcadores - Entrega de prémios

 Aqui ficam os nossos artistas!

5ºA - Maria Ferreira Paulo

5ºB - Francisco Morgado

5ºC - Martim Cunha

5ºD - Sabrina Silva

5ºE - Margarida Pimenta








segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Museu do Vitral

 


O Porto ganhou esta semana mais um espaço museológico, repleto de jogos de luz e cor. O Museu do Vitral abriu na requalificada Casa da Vandoma, na Rua de D. Hugo, em pleno Morro da Sé, e dá a conhecer uma seleção de obras de João Aquino Antunes, o último pintor português que dedicou a sua vida aos vitrais. Uma visita ao espaço, cuja curadoria ficou a cargo do grupo The Fladgate Partnership, permite observar os tradicionais vitrais, painéis decorativos, instalações de arte abstrata e uma recriação de parte do estúdio do artista, com esboços e maquetes. João Aquino Antunes, cuja obra está exposta um pouco por todo o mundo, pertence à família de artesãos do Atelier Antunes, fundado em 1906 e o mais antigo de Portugal.

(Revista Evasões)


Novembro

 

(Escola Amiga da Criança)


NOVEMBRO, UM NOVE SENSÍVEL

Nasceu muito enroladinho sobre si mesmo. Era uma bolinha muito redondinha e muito rechonchuda. Veio gordinho e robusto e todos o consideraram um bebé lindo e saudável.

Era o nono da família dos meses e, por isto mesmo, os pais decidiram chamá-lo nove (em latim dizia-se novem), e com este nome ficou. Não podemos dizer que a família dos meses fosse muito criativa nesta tarefa de atribuir nomes aos seus filhos. Mas também ter um filho todos os meses destrói a originalidade de qualquer um! Foi por esta razão que novem, que era uma alma sensível, mal ouviu pela primeira vez o seu nome espirrou e chorou. E fê-lo com tal força que da bolinha que ele era se soltou uma haste que transformou o seu corpo no número nove. Passou a ser um nove de corpo e alma. Era o seu destino.

Ao longo da vida, novem manteve sempre este caráter frágil, com as emoções à flor da pele. Chorava por tudo e por nada e espirrava frequentemente, ora discretamente ora com tanta força que se ouvia do outro lado do mundo. É foi assim que, no hemisfério norte, 0nde novem morava o mês de novembro passou a ser o mês da passagem do outono para o rigor do inverno. As suas lágrimas e os seus espirros anunciavam a mudança de estação.

E não queiram imaginar como ele chorou quando os irmãos janeiro e fevereiro chegaram e decidiram que ele já não seria o nono mês, mas o décimo primeiro… Nesse ano, o inverno foi rigoroso como nunca tinha sido antes.

Carla Marques