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BLOGUE DAS BIBLIOTECAS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO MARTINHO (SANTO TIRSO)
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segunda-feira, 1 de junho de 2020
sábado, 7 de maio de 2011
Alice Vieira conta como é ser avó
É um livro especial com ilustrações de Patrícia Furtado e desenhos dos netos da autora e um texto da neta mais velha, Adriana.
Alice Vieira conversou com Rita Pimenta (blogue Letra Pequena / Expresso). Fica aqui o video dessa conversa.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Livro do Mês
"Olhe que foi mesmo por acaso! Quando saí de casa, nem pensava em passar por aqui. Mas depois tive de ir ali ao Montepio levantar a minha pensão, e lembrei-me de dar uma palavrinha ao Paulito. Para mim ele há-de ser sempre o Paulito... Olhe que foi dos melhores alunos que eu tive! Uma pena não ter conseguido estudar, uma pena! Se fosse hoje, nada disso tinha acontecido, mas naquele tempo... E eu lembro-me que a família dele passava muitas dificuldades, o pai ora estava empregado ora desempregado, e além disso sofria do coração, havia dias que quase nem se podia mexer. a gente bem lhe dizia para ele ir ao médico, mas onde é que havia médico, e onde é que havia dinheiro para médico. «Isto é tudo nervos», dizia ele. Só quando morreu é que se soube que era do coraç
ão que sofria (...)".
ão que sofria (...)".Alice Vieira nasceu em Lisboa, em 1943. É licenciada em germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em 1958 iniciou a sua colaboração no Suplemento Juvenil do Diário de Lisboa e a partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros tendo, actualmente editados mais de cinco dezenas de títulos.
Recebeu em 1979, o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, minha irmã Rosa e, em 1983 com Este Rei que eu Escolhi, o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil e em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Recentemente foi indicada pela Secção Portuguesa do IBBY (International Board on Books for Young People) como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen. Trata-se do mais importante prémio internacional no campo da literatura para crianças e jovens, atribuído a um autor vivo pelo conjunto da sua obra. Em 2007 recebeu o Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho pelo seu livro de poesia Dois corpos tombando na água. Ao livro A Charada da Bicharada foi atribuído o Prémio Nacional de Ilustração 2008.
domingo, 20 de dezembro de 2009
PNL - Novos títulos
No âmbito do Plano Nacional de Leitura foram adquiridos novos livros. Aqui ficam alguns dos títulos que podes encontrar na biblioteca a partir de Janeiro.

"Vinte e cinco a sete vozes" de Alice Vieira - Que foi que aconteceu no dia 25 de Abril de 1974? Aparentemente resposta é fácil. Mas só aparentemente, pois tudo vai depender da idade que têm os que a ela respondem... para os mais novos, aqueles para quem 1974 é a Pré-História, 10 de Junho, 5 de Outubro ou o 1º de Dezembro é tudo o mesmo, ou seja, é feriado e isso é que importa. Mas para os mais velhos, as coisas não são assim tão simples. Do conjunto de sete vozes diferentes se faz esta história - com um final feliz, já que a liberdade também se pode festejar de mãos dadas num centro comercial da cidade...

"A malta do 2º C" de Catarina Fonseca - A escola não é só testes, horários, professores, delegados de turma. A escola é também um esqueleto chamado Magalhães, uma antepassada fugida aos franceses, um extraterrestre abandonado no pátio, a Dó-do-Senhor espreitando pelas grades, a Filipa, o Birinhas, a Mão-do-diabo. A escola é também o fantasma do reitor Simões, aparecido para assombrar as couves do quintal. A escola é o que a malta do 2º C foi descobrindo ao longo do ano, à mistura com o sintagma nominal, a Batalha de São Mamede e a regra de três...

"O Planeta Branco" de Miguel Sousa Tavares e ilustrações de Rui Sousa - Lydia, Lucas e Baltazar constituem a tripulação da nave Ítaca-3000. Numa fase em que o ciclo de vida natural está alterado, é preciso pôr em marcha uma missão de salvamento do planeta Terra. Por isso a Ítaca-3000 parte do deserto do Sahara com um único objectivo: descobrir água no planeta Orizon S-3. Durante dois meses de viagem, tudo decorre com normalidade. Os astronautas dedicam-se apenas a missões de rotina e consolidam a amizade que os une. Mas quando entram no Terceiro Sistema Solar, descobrem um planeta habitado por seres muito especiais e que julgavam não existir.

"O rio das framboesas" de Karen Wallace - É uma história magnífica, divertida e comovente, passada no Canadá rural dos anos 50. A sua atmosfera transporta-nos para um tempo e um espaço há muito perdidos, evoca-nos todas as delícias de umas férias de Verão - um passeio pelo bosque, os baloiços nas sombras das árvores, uma tarte de limão e merengue no regresso a casa e um refrescante copo de limonada e, revela-nos com ternura e autenticidade, o fascínio e a dor que envolvem a perda da inocência.

"Primeiro Livro de Poesia" de Sophia de Mello Breyner Andresen - Constituído por obras de poetas de todas os países de língua oficial portuguesa.

"As naus de verde pinho" de Manuel Alegre e ilustrações de Afonso Alegre Duarte - Um belo poema sobre a viagem de Bartolomeu Dias que dobrou o Cabo das Tormentas ou da Boa Esperança contada pelo poeta Manuel Alegre à filha Joana e, por isso, a todos os filhos de todos os pais que não querem que as suas raízes antigas se percam.

"Úrsula, a maior" de Alice Vieira - Maria João, de 14 anos, é filha de pais divorciados. O livro mostra a sua relação com os seus amigos da escola e o modo como ela constrói o seu próprio eu, observando criticamente as regras e os valores dos pais. Maria João ajuda também a construir a personalidade de outra rapariga: Xuxu. Esta, filha de um aristocrata amigo da mãe, tem de percorrer um longo caminho para ganhar o direito ao seu próprio nome: Úrsula.

"Uma questão de cor" de Ana Saldanha - Quando a prenda de Natal é um computador, quem quer saber do trabalho de casa de Matemática? Todos os momentos livres são necessários para jogar uns jogos malucos. Os pais de Nina é que não concordam. Nem o Danny, o primo que vem viver para casa dela. Por que teve o Danny de mudar de escola? O que fazer em casos de ataques de criancice? E quando há falhas no sistema? E o Vitor, por que começa a comportar-se de forma tão palerma? Será que os amigos da Nina não compreendem que somos todos diferentes, mas todos iguais?

"Um saltinho a Paris" de Isabel Zambujal e ilustrações de João Fazenda - "Gostas de brincar ao faz-de-conta? Imagina uma cidade cheia de palácios, fontes, praças e pontes. Aqui é fácil sentires-te o Rei Sol, um pintor ou escritor, um herói da Revolução Francesa ou uma menina Chanel, com certeza!" estas são as primeiras linhas de "Um saltinho a Paris". Através de uma visita guiada por Michelle, a menina que quando for grande quer ser pintora em Montmartre, os mais novos passeiam por uma das mais belas capitais do mundo, mesmo sem sair do quarto.

"O romance das ilhas encantadas" de Jaime Cortesão - Em tempos que já lá vão um nigromante, isto é, um homem que conhecia as artes mágicas, encantou as ilhas do grande mar ocea
no. Só as mulheres marinhas (as ondinas), que eram filhas do mar e conheciam todos os seus segredos, sabiam o paradeiro certo. E eram elas que as protegiam dos estranhos, sobretudo dos moiros, desviando navios e espalhando nevoeiros para as ocultar.
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