"De forma a assinalar o Dia Mundial da Poesia, os alunos do 7º ano fizeram uma visita virtual à emblemática Livraria Lello. Durante o percurso, ficaram a conhecer um pouco da história dos seus mentores e puderam apreciar a beleza do edifício, tanto exterior como interior. Fascinados pela decoração do espaço interior e pela possibilidade da sua escadaria ter sido fonte de inspiração da escola de Magia de Hogwarts, no universo do Harry Potter, os alunos do 7º B foram desafiados a criar um Hino à Poesia, que resultou de um trabalho coletivo."
BLOGUE DAS BIBLIOTECAS DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO MARTINHO (SANTO TIRSO)
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terça-feira, 22 de março de 2022
Ainda o Dia Mundial da Poesia
Hino à Poesia
Poesia é…
Desabafo… sentimento
Crença e alegria
Poesia é…
Expressão… união
Escolha e reflexão
Poesia é…
Melodia… imaginação
Afeto e paixão
Poesia é…
Fantasia… harmonia
Profecia e magia
Poesia é…
Louvor… glória
Esplendor e história
Poesia é
Dança… esperança
Dor e amor
Poesia é…
Tudo isto!
É sonhar alto
E querer sem mais!
Trabalho coletivo, 7ºB
segunda-feira, 21 de março de 2022
domingo, 21 de março de 2021
Dia Mundial da Poesia
OBSERVADOR
21 poemas para o Dia Mundial da Poesia
São 21 poemas porque é a 21 de março que se celebra a poesia. Outros tantos poetas escolheram os seus textos favoritos e explicam porquê.
Dia Mundial da Poesia
O Dia Mundial da Poesia celebra-se todos os anos em 21 de março.
A data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO em 16 de novembro de 1999. O Dia Mundial da Poesia comemora a diversidade do diálogo, a livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. A data visa a importância da reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa. Isso porque a poesia contribui para a diversidade criativa, inferindo na nossa perceção e compreensão do mundo.
Quando Vier a Primavera
Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é.
Alberto Caeiro, in “Poemas Inconjuntos”
Heterónimo de Fernando Pessoa
Dia Mundial da Poesia
(Escola Amiga da Criança)
Aprender na vida,
talvez, com o viver sobre a água
desta libelinha.
João Pedro Mésseder
segunda-feira, 21 de março de 2011
quinta-feira, 25 de março de 2010
EMRC - Dia da Poesia
O prof. Duarte Almeida e os seus alunos levaram a cabo um pequeno recital de poesia na biblioteca, integrado na Semana de Educação Moral e Religiosa Católica.
domingo, 21 de março de 2010
Dias Mundiais da Floresta e da Poesia
A Árvore Generosa foi escrita por Shell Silverstein, em 1964. É um belo poema de amor da natureza pelo homem. (sugestão da Biblioteca da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes - Olhão).
Dia Mundial da Poesia
Ver claroToda a poesia é luminosa, até
a mais obscura.
O leitor é que tem às vezes,
em lugar de sol, nevoeiro dentro de si.
E o nevoeiro nunca deixa ver claro.
Se regressar outra vez e outra vez
e outra vez.
a essas sílabas acesas
ficará cego de tanta claridade.
Abençoado seja se lá chegar.
Eugénio de Andrade
sábado, 20 de março de 2010
Dias Mundiais da Floresta e da Poesia

Árvore
Árvore, árvore. Um dia serei árvore.
Com a maternal cumplicidade do Verão.
Que os pombos torcazes
Anunciam.
Um dia abandonarei as mãos
Ao barro ainda quente do silêncio,
Subirei pelo céu,
As árvores são consentidas coisas assim.
Habitarei então o olhar nu,
Fatigado do corpo, esse deserto
repetido nas águas, enquanto a bruma é sobre as
folhas
Que pousa as mãos molhadas.
E o lume.
Eugénio de Andrade
Dia Mundial da Poesia

Pelo terceiro ano consecutivo e numa iniciativa conjunta do PNL e do Centro Cultural de Belém se comemora, no dia 21 de Março, o Dia Mundial da Poesia.
Este ano, a Maratona da Leitura é dedicada a Álvaro de Campos cujos poemas serão ditos por diferentes personalidades que vão desde a Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, a Fernando Pinto do Amaral, Comissário do PNL, Isabel Alçada, Ministra da Educação entre outros.
O vasto programa inclui uma Feira do livro de Poesia, um espaço para os espontâneos "Diga lá um poema", oficinas e actividades várias.
Para os "amantes" da poesia de Álvaro de Campos aqui fica só um "cheirinho" do poema "Tabacaria".
Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. (...)
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